Alestorm transforma a Vip Station em festa pirata em São Paulo

O Alestorm voltou a São Paulo no último dia 26 de março, na VIP Station, e entregou exatamente o que se espera da banda: um show caótico, divertido e impossível de assistir parado.

Antes mesmo do início, o clima já estava dado. Público fantasiado de pirata, gente vestida de banana e um pato inflável no palco, tudo indicava que a noite seria mais sobre festa do que qualquer outra coisa. E foi.

Pontualmente às 21h, a banda entrou com “Keelhauled” e não demorou para a pista virar uma bagunça organizada. O tipo de show em que ninguém fica parado: todo mundo canta, pula e entra na brincadeira. A sequência seguiu com “Killed to Death by Piracy”, “Mexico” e “Under Blackened Banners”, sempre com o público respondendo alto.

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Mesmo sem casa lotada, dava pra ver que quem estava ali era fã de verdade. A entrega foi total do começo ao fim.

Momentos como “Banana” e “Hangover” ajudaram a manter o tom irreverente, mas foi em “Nancy the Tavern Wench” que rolou uma das cenas mais legais da noite, com parte do público sentando no chão e simulando remadas, como se todo mundo estivesse no mesmo barco.

O show seguiu nessa linha, alternando peso e humor sem esforço. Não é uma banda que tenta parecer mais séria do que é, e isso funciona muito bem ao vivo.

No final, com “Drink”, “Fucked With an Anchor” e “Wooden Leg!”, a sensação era de que ninguém queria ir embora. O Alestorm não entrega um show técnico ou impecável no sentido clássico. Entrega uma experiência. E funciona justamente por isso. No fim das contas, foi uma noite simples, direta e extremamente divertida, do jeito que um show do Alestorm tem que ser.

Por: Priscila Ramos e Raquel Gewehr de Mello

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