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Faster Pussycat em São Paulo no Inferno Club

Publicado em 26/10/2011


FASTER PUSSYCAT
26 de Agosto de 2011
Inferno Club - São Paulo/SP

Por Adriano Coelho


Lembro nos anos noventa, quando a banda Faster Pussycat surgiu como um meteoro, eles foram agraciados com clips na MTV, e entrevistas em revistas como Rock Brigade. Mas não podemos afirmar que a banda teve o mesmo êxito, que grupos de Hard Rock da época, como Skid Row, Poison, e principalmente Guns n Roses, não esquecendo de bandas mais velhas como Motley Crue, mesmo assim o Faster Pussycat, deixou seu legado, digamos no Hard Rock, mas nunca considerar um grupo classic rock – muito longe disso.

O mais gostoso de assistir um show no Inferno, e justamente o clima rock, os bares da região ficam lotados, e adrenalina pré-show, chega a ser mais agradável do que o próprio espetáculo.

Infelizmente o Inferno estava vazio, o excesso de shows na cidade, fez com que a banda ficasse para segundo plano. Quem abriu, foi o grupo brasileiro Pink Dolls, que como sempre são bem recebidos pelo publico Hard. Quando os relógios marcavam 01h00min o Faster subiu ao palco, infelizmente o único remanescente da banda é o vocalista Taime Downe, mas, o show tem que continuar, o som da casa estava bom, o publico, apesar de pequeno, estava sedento, tinha tudo para ser perfeito, mas na opinião do redator dessa resenha, achei o show animado, mas fraco, limitado, esperava mais, uma garrafa de Jack Daniels foi aberta e algumas doses foram servidas na boca de alguns empolgados.

O disco Faster Pussycat de 1987 é o mais querido, a banda possui quatro álbuns de estúdio, o ultimo trabalho foi em 2006. Em relação às musicas, com certeza, as que mais agitaram foram: Cathouse, Slip of the Toungue, House of Pain e Babylon, além de um cover da banda Supersuckers. Ficaram devendo a canção Poison Ivy, apesar da minha critica não ser positiva em relação à apresentação, percebi que muitos fãs, estavam felizes pelo simples fato de estarem no show do Faster Pussycat, mesmo tendo apenas um membro da formação original. A única “babaquice” foi no final do show, quando um dos músicos da banda disse que iria cheirar cocaína, não sou moralista, muito menos santo, mas tem coisas que não precisam ser tão explicitas.