{"version":"1.0","provider_name":"Agenda Metal","provider_url":"https:\/\/agendametal.com.br\/novo","author_name":"agenda","author_url":"https:\/\/agendametal.com.br\/novo\/author\/agenda\/","title":"O retorno poderoso do Caliban a S\u00e3o Paulo - Agenda Metal","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"OQjc5V3osh\"><a href=\"https:\/\/agendametal.com.br\/novo\/o-retorno-poderoso-do-caliban-a-sao-paulo\/\">O retorno poderoso do Caliban a S\u00e3o Paulo<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/agendametal.com.br\/novo\/o-retorno-poderoso-do-caliban-a-sao-paulo\/embed\/#?secret=OQjc5V3osh\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;O retorno poderoso do Caliban a S\u00e3o Paulo&#8221; &#8212; Agenda Metal\" data-secret=\"OQjc5V3osh\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! 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O Fabrique Club ficou lotado de f\u00e3s que esperavam esse retorno h\u00e1 muito tempo, e a banda n\u00e3o decepcionou. Quem come\u00e7ou o evento foi o Fim do Sil\u00eancio, que colocou a casa em clima de show logo nos primeiros minutos. A banda mostrou toda a for\u00e7a do hardcore nacional e preparou muito bem o p\u00fablico para o que vinha pela frente.A outra banda de abertura, Broad and Sharp, tamb\u00e9m fez parte da noite e foi a primeira a se apresentar, mas infelizmente n\u00e3o conseguimos chegar a tempo de assistir \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o, Quando o Caliban entrou, o p\u00fablico foi \u00e0 loucura. A banda abriu com Guilt Trip e j\u00e1 mostrou o peso do novo \u00e1lbum, Back From Hell. Em seguida vieram m\u00fasicas como I Was a Happy Kid Once, Paralyzed e Davy Jones, que misturam agressividade com momentos mais mel\u00f3dicos. Apesar dos anos de estrada, o grupo continua soando muito atual. Os vocais de Andreas D\u00f6rner vieram fortes e consistentes, e o novo baixista, Iain Duncan, chamou aten\u00e7\u00e3o pela energia em palco e pela forma como os vocais limpos se encaixaram nas partes mais mel\u00f3dicas. Esse contraste entre agressividade e melodia deixou o show ainda mais din\u00e2mico. A banda tamb\u00e9m revisitou m\u00fasicas que marcaram a carreira, como The Beloved and the Hatred, Dear Suffering, VirUS e Nothing Is Forever. O p\u00fablico cantou junto do come\u00e7o ao fim e abriu rodas em quase todas as m\u00fasicas. O Fabrique estava com aquela atmosfera que s\u00f3 shows de metalcore conseguem criar: intenso, suado, barulhento e, ao mesmo tempo, cheio de sentimento. Era n\u00edtido que muita gente ali esperou anos para ver o Caliban novamente. O encerramento veio com Memorial, Devil\u2019s Night e Nothing Is Forever, deixando a sensa\u00e7\u00e3o de que o tempo passou r\u00e1pido demais. A banda foi muito aplaudida e, mesmo depois do fim do set, ainda mostrou carinho pelo p\u00fablico: os integrantes desceram do palco para tirar fotos e dar aut\u00f3grafos, e o vocalista chegou a se deitar na beira do palco para fazer selfies e assinar itens para quem estava ali na frente. Foi um fechamento que deixou claro o quanto o Caliban valoriza os f\u00e3s \u2014 e o p\u00fablico, com certeza, ficaria mais uma hora ali se a banda tivesse continuado. Uma apresenta\u00e7\u00e3o que valeu cada minuto da espera de 15 anos. Com esse retorno t\u00e3o forte, fica a torcida para que a banda n\u00e3o demore tanto para voltar. Fim do Sil\u00eancio Caliban Por: Priscila Ramos e Leticia Malaguez Orquiz.\u00a0"}