{"version":"1.0","provider_name":"Agenda Metal","provider_url":"https:\/\/agendametal.com.br\/novo","author_name":"agenda","author_url":"https:\/\/agendametal.com.br\/novo\/author\/agenda\/","title":"Orphaned Land em S\u00e3o Paulo no Hangar 110 - Agenda Metal","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"NdVdbFEjE3\"><a href=\"https:\/\/agendametal.com.br\/novo\/orphaned-land-em-sao-paulo-no-hangar-110\/\">Orphaned Land em S\u00e3o Paulo no Hangar 110<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/agendametal.com.br\/novo\/orphaned-land-em-sao-paulo-no-hangar-110\/embed\/#?secret=NdVdbFEjE3\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Orphaned Land em S\u00e3o Paulo no Hangar 110&#8221; &#8212; Agenda Metal\" data-secret=\"NdVdbFEjE3\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/agendametal.com.br\/novo\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"https:\/\/agendametal.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/orphanedland2013.jpg","thumbnail_width":627,"thumbnail_height":328,"description":"Orphaned Land em S\u00e3o Paulo (Hangar 110, Dia 30\/05\/2013) por Alexandre Silva Eis que, ap\u00f3s grande espera dos admiradores desta que \u00e9 a banda mais \u201csem r\u00f3tulos\u201d da cena Metal mundial, surge a grande chance de o p\u00fablico paulista conhecer o Orphaned Land ao vivo. E olha que, logo de cara, andando pela fila, se via muitas e muitas pessoas com ansiedade estampada no rosto e com uma disposi\u00e7\u00e3o digna de um guerreiro a caminho da paz e liberdade (qualquer semelhan\u00e7a desta analogia com a abordagem do \u00e1lbum \u201cThe Never Ending Way Of OrWarrior\u201d da pr\u00f3pria banda \u00e9 mera coincid\u00eancia) para encarar um feriado de Corpus Christi frio, nublado e mon\u00f3tono. A banda, que esteve no Brasil pela primeira vez em 2012 para finalizar a turn\u00ea de ent\u00e3o \u00faltimo \u00e1lbum (no fat\u00eddico M.O.A., lembram-se?) antes de entrar em est\u00fadio para cria\u00e7\u00e3o e finaliza\u00e7\u00e3o de \u201cAll Is One\u201d (quinto trabalho do grupo que tem seu lan\u00e7amento agendado para 24 de Junho via Century Media Records), foi uma das poucas \u201csobreviventes\u201d do cast do evento. Desta vez, apesar do novo CD ainda n\u00e3o ter sido lan\u00e7ado, o p\u00fablico podia esperar algumas novidades nesta apresenta\u00e7\u00e3o (algumas m\u00fasicas foram expostas pela banda e pela gravadora atrav\u00e9s das redes sociais, e at\u00e9 o v\u00eddeoclip para a faixa \u201cBrother\u201d j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel). Este evento contaria ainda com a presen\u00e7a da banda Seventh Seal (nascida em Santo Andr\u00e9\/SP em 1995), que \u00e0s 19h55 subia no palco do Hangar 110 mostrando os frutos de seus trabalhos \u201cPremonition\u201d de 2001 e \u201cDays of Insanity\u201d 2007, al\u00e9m de algumas faixas que devem fazer parte de seu novo \u00e1lbum, ainda sem t\u00edtulo e nem data de lan\u00e7amento definidos. Quanto ao desempenho da banda, apesar de alguns problemas com rela\u00e7\u00e3o ao \u00e1udio no in\u00edcio da apresenta\u00e7\u00e3o, o Seventh Seal fez um show digno de um representante do Metal Nacional. Houve at\u00e9 uma vers\u00e3o para os cl\u00e1ssicos absolutos \u201cHeaven And Hell\u201d\/\u201dNeon Knights\u201d, do Black Sabbath, para ajudar a quebrar a tens\u00e3o de todos os presentes, ainda ansiosos sob os minutos finais antes do aguardado grande momento de curtir o som dos israelenses. Finalmente, \u00e0s 21h07, come\u00e7a a peculiar introdu\u00e7\u00e3o para o in\u00edcio do setlist do Orphaned Land. Primeiramente (e como normalmente se v\u00ea nas demais apari\u00e7\u00f5es ao vivo da banda em outros pa\u00edses), entra Matan Shmuely (bateria), ap\u00f3s alguns instantes, entram Yossi Sassi (guitarra e bouzouki, que ele denomina como \u201cBouzoukitara\u201d), Uri Zelcha (baixo), Chen Balbus (guitarra) e, ao fim da abertura, Kobi Farhi (voz). O show come\u00e7a com \u201cBarakah\u201d. E a galera se inflama totalmente, algo que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o havia ocorrido. \u00c9 o fim da espera! Logo ao fim desta faixa, Farhi agradece a presen\u00e7a do p\u00fablico em limpo e claro Portugu\u00eas e brinca, alertando de que ele n\u00e3o era Jesus (j\u00e1 em Ingl\u00eas), arrancando risadas dos \u201cfelizes presentes\u201d e j\u00e1 chamando a pr\u00f3xima m\u00fasica da noite, que foi \u201cThe Kiss Of Babylon (The Sins)\u201d do bel\u00edssimo \u201cMabool: The Story Of The Three Sons Of Seven\u201d, lan\u00e7amento de 2004 que sacramentou o trabalho da banda para o mundo. \u201cBirth Of The Three (The Unification)\u201d, do mesmo \u00e1lbum, foi a terceira m\u00fasica do espet\u00e1culo, que antecedeu a primeira novidade da banda: \u201cOur Own Messiah\u201d, pertencente ao vindouro \u201cAll Is One\u201d. O \u00e1udio da banda era muito bom, apesar da leve dificuldade (talvez estranheza por parte dos m\u00fasicos da banda e da pr\u00f3pria plateia) quando n\u00e3o havia o retorno e\/ou execu\u00e7\u00e3o dos samples de algumas passagens. Para os mais perfeccionistas, a \u00fanica inconst\u00e2ncia notada nos m\u00fasicos foi ao in\u00edcio da apresenta\u00e7\u00e3o, quando a \u201cBouzoukitara\u201d de Yossi Sassi mostrava uma timbragem um pouco mais \u201cseca\u201d que o normal. Situa\u00e7\u00e3o que em nada comprometia a execu\u00e7\u00e3o de \u201cBarakah\u201d e foi resolvida logo; a pr\u00f3xima m\u00fasica da noite j\u00e1 era tocada de igual sonoridade com o restante do line up de seus colegas de trabalho. Tivemos em S\u00e3o Paulo a dobradinha \u201cSapari\u201d\/ \u201cFrom Broken Vessels\u201d como no \u00e1lbum \u201cThe Never Ending Way Of OrWarrior\u201d dando sequ\u00eancia ao show. A intera\u00e7\u00e3o da banda com o p\u00fablico era intensa e quebrava as barreiras dos diferentes idiomas, por exemplo. Havia coro de praticamente todas as m\u00fasicas, independente de ser algo cantado em Ingl\u00eas ou em Hebraico (que at\u00e9 eu arriscava cantar). Todos os membros do Orphaned Land, a sua maneira, mostravam entrega e prazer pelo momento. Era uma celebra\u00e7\u00e3o de povos diferentes em prol do Metal; Uma verdadeira festa no Hangar 110! Ainda fomos agraciados com a execu\u00e7\u00e3o da linda \u201cLet the Truce Be Known\u201d, que tamb\u00e9m nos ser\u00e1 popular em junho deste ano, com o lan\u00e7ar do novo trabalho. \u201cThe Path, pt. 1: Treading Through Darkness\u201d foi \u201ca viagem\u201d da noite, com seu extenso e complexo instrumental. Momento este de aten\u00e7\u00e3o e certa introspec\u00e7\u00e3o do p\u00fablico antes de \u201cOcean Land (The Revelation)\u201d trazer todos numa s\u00f3 voz. O primeiro acionamento do Bouzouki de Sassi veio em \u201cEl Meod Na&#8217;ala\u201d, do \u201cEl Norra Alila\u201d, de 1996. E aproveitando esse momento \u201ccultura \u00e1rabe\u201d, foi a vez de \u201cOlat Ha&#8217;tamid\u201d, cheia de g\u00e1s, p\u00f4r todo mundo pra bater cabe\u00e7a e pular ao mesmo tempo. Tamanha era a adrenalina neste instante, que Matan (bateria) sai do palco no fim da m\u00fasica devido a um pequeno machucado na m\u00e3o (conforme dito por Farhi em seguida do ocorrido). Dado os dois minutos pedidos pelo pr\u00f3prio Kobi Farhi, \u00e9 a hora de nos remetermos a demo \u201cThe Beloved\u00b4s Cry\u201d, de 1993, e ao som de Yossi Sassi e seu bouzouki cantar a m\u00fasica t\u00edtulo deste trabalho, que fora relan\u00e7ada em 1994, com o primeiro \u00e1lbum de est\u00fadio, o \u201cSahara\u201d, que saiu pelo selo franc\u00eas Holy Records. Com apenas os dois presentes (Yossi e Kobi) no palco neste instante, a banda tamb\u00e9m mandou \u201cThe Storm Still Rages Inside\u201d em adaptada vers\u00e3o ac\u00fastica do hino que encerra a trama escrita em \u201cMabool\u201d. Ap\u00f3s essa can\u00e7\u00e3o, que foi de arrepiar e comover a todos que cantavam a melodia, a banda se completa com o retorno dos demais m\u00fasicos e mandam a pesada \u201cHalo Dies\u201d, voltando a agitar"}